Como fazer um fluxograma ou algoritmo clínico

Um bom algoritmo clínico transforma uma conduta complexa em um caminho que se segue com o dedo. É o tipo de figura que vira referência de plantão. Descreva o cenário e os limiares e receba um fluxograma de decisão limpo, pronto para publicação.

Uma nova figura$3 = 60 créditos ≈ 3 figuras
Algoritmo de manejo de fluidos perioperatório com decisões e limiares
Fluxo de decisão sobre índice de predição de hipotensão
Matriz de graduação VExUS usada em conduta clínica

O que é um algoritmo clínico

É um fluxograma de decisão: um gatilho no topo, uma sequência de decisões (losangos) com critérios quantitativos reais, e caixas de conduta ao final de cada ramo. As setas 'sim/não' guiam o leitor pelo caminho certo, e alças de 'reavaliar' mostram que a conduta é dinâmica.

O que um bom algoritmo precisa ter

Uma espinha de decisão vertical clara, limiares reais dentro dos losangos (ex.: 'PAM < 65 mmHg', 'lactato > 2 mmol/L'), cores por papel (gatilho, decisão, conduta, escalonamento, parar) e ramos rotulados. Espaçamento uniforme e cabeçalhos curtos — o leitor tem que achar o seu caso na hora.

Erros que tiram a utilidade do algoritmo

Critérios vagos ('se estável…') em vez de limiares; ramos sem rótulo; excesso de caixas sem hierarquia; e ausência do ponto de reavaliação. Um algoritmo existe para ser seguido sob pressão — se gera dúvida, não cumpre o papel.

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    Descreva o cenário e os limiares

    Ex.: "manejo de hipotensão intraoperatória: gatilho PAM < 65, checar volume (PPV > 13%), depois vasopressor, reavaliar".

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    O assistente monta o fluxo

    Ele constrói a espinha de decisão, os losangos com os seus limiares, as cores por papel e as alças de reavaliação. Você revisa antes de gastar crédito.

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    Gere e exporte

    Receba em segundos e baixe em PNG, TIFF 300 DPI ou PDF — para o artigo, o protocolo ou o pôster de plantão.

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